As análises à rede de esgotos da Universidade do Minho detetaram éter etílico, uma matéria tóxica que pode causar a morte e que pode justificar os sintomas de desmaios, náuseas, alergias, irritação de olhos, nariz e garganta previamente reportados.

Segundo um email que a presidente da Escola de Ciências da UM, Estelita Vaz, enviou aos funcionários, a que o «Jornal de Notícias» teve acesso, «constatou-se haver fortes indícios de descarga de subprodutos de experiências, nomeadamente de éter, para a rede de drenagem de laboratórios, o que pode justificar alguns dos sintomas».

Um outro email, desta vez da vice-presidente da Escola de Ciências, Sandra Paiva, anunciou a «suspensão de todas as atividades laboratoriais que envolvem o uso de éter etílico».

A mesma responsável promete uma «interação com os responsáveis por esses locais para identificar alguns aspetos relacionados com o manuseamento do produto».