O Primeiro-ministro deverá ser ouvido como testemunha no processo Portucale, se o Conselho de Estado o permitir. Em causa está o licenciamento de um empreendimento turístico do Grupo Espírito Santo por parte do Governo de coligação PSD-PP.

Ainda no processo Portucale, um professor de Coimbra constitui-se assistente no processo e pediu ao juiz que fossem acusados e levados a julgamento os ex-ministros Paulo Portas, Costa Neves e Luís Nobre Guedes.