O secretário de Estado da Justiça considerou esta terça-feira que o presidente e o vogal do instituto que gere a plataforma informática Citius não têm «capacidade adequada para conduzir, com eficácia, o processo de adaptação» do sistema à nova organização judiciária.

Em comunicado enviado à agência Lusa, António Costa Moura vincou que Rui Pereira, que ocupava as funções de presidente do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ), e Carlos Brito, vogal, não tiveram «capacidade adequada» para «garantir o cumprimento das orientações e objetivos superiormente fixados» e por isso foram exonerados dos cargos.

O governante defendeu ainda que se constatou «a existência de flagrantes contradições entre o mencionado» no relatório remetido à tutela pelo instituto e «o conteúdo do despacho final do processo de inquérito conduzido pelo DCIAP [Departamento Central de Investigação e Ação Penal]».