“Findo este prazo, sem que tenha sido dada ordem para pagamento, informo que irei recorrer às vias judiciais disponíveis, instaurando a correspondente ação em juízo, com o consequente pedido de pagamento dos montantes em dívida, acrescidos dos respetivos juros”, diziam os emails.




“Entendemos que esta situação é insustentável e reveladora de manifesta falta de respeito para com os advogados que, além de colaboradores da Justiça e garantes do Estado de direito democrático, trabalham afincadamente em defesa dos direitos e legítimos interesses dos seus concidadãos mais carenciados e ainda adiantam, do seu próprio bolso, dinheiro para despesas com correios, fotocópias e deslocações, despesas essas cujo reembolso nem sempre é previsto legalmente.”