As comarcas piloto Alentejo Litoral, Baixo Vouga e Grande Lisboa-Noroeste, incorporadas em novas jurisdições em setembro, completaram cinco anos com um modelo de gestão que o Conselho Superior da Magistratura (CSM) concluiu ter dado «uma resposta mais flexível».

As comarcas piloto, em vigor desde 14 de abril de 2009, foram geridas por um presidente, um magistrado do Ministério Público (MP) coordenador e um administrador judiciário, que «permitiu ensaiar diversas soluções que se exprimiram numa gestão de maior proximidade e descentralização», considera o Conselho, citado pela Lusa.

A gestão do movimento processual possibilitou «maior capacidade de intervenção e de conhecimento das necessidades e possibilidades de resposta», verificando-se a desejada agilidade na distribuição e tramitação processual.