A Operação Marquês já tem nove arguidos. O processo que começou a ser investigado em julho de 2013 e culminou na detenção de José Sócrates, em novembro passado, continua a somar nomes. E tudo indica que não irá ficar por aqui.

O ex-primeiro-ministro é o mais mediático e o único ainda em prisão preventiva. Recusou passar para prisão domiciliária, com pulseira eletrónica e, por isso, a sua morada continua a ser o Estabelecimento Prisional de Évora. 

Se o Ministério Público que tutela a investigação ao caso não deduzir uma acusação até 21 de novembro deste ano, o preso nº44 sairá em liberdade. 

No entanto, se a acusação surgir entretanto, o ex-primeiro-ministro poderá ficar detido até 2018.





O procurador que lidera o caso, Rosário Teixeira, já assumiu que não irá dar por terminada a investigação antes do final deste ano.