O grupo Cofina, que detém, entre outros, o jornal Correio da Manhã, vai continuar sem poder divulgar informações relacionadas com a “Operação Marquês”, revelou esta quinta-feira a defesa de José Sócrates que cita decisão judicial.

O Tribunal da Comarca de Lisboa considerou “improcedente a oposição” do grupo à proibição decidida a 7 de dezembro, o que mantém os jornais e revistas da Cofina impossibilitados de divulgar dados em segredo de justiça, sob pena de sanções.

Em comunicado enviado às redações, a defesa do ex-primeiro-ministro escreve que “depois de ouvidos os Requeridos e apreciada a prova que requereram fosse produzida, foi julgada improcedente a oposição deduzida pela Cofina – Media, S.A., e outros (jornalistas ao seu serviço), contra a decisão cautelar de 7 de Dezembro de 2015 (…) que proibiu a divulgação pelos Requeridos de elementos, em segredo de justiça, dos autos de inquérito nº 122/13.TELSB, em que ele é arguido.”

A defesa de José Sócrates informa, também, que a Cofina foi condenada a pagar as custas do processo.