«Muito antes da sua consagração com o prémio Nobel da Literatura, em 1998, já a agência tinha conseguido uma lista significativa de traduções da obra de Saramago, primeiro, sob a direção de Ray-Güde Mertin, que durante muitos anos também foi a tradutora para alemão da obra do autor, e depois do falecimento dela, em janeiro de 2007, sob a minha direção», sublinhou a responsável, filha de Ray-Güde Mertin.




«Quando me despedi de José Saramago, em junho de 2010, em Lanzarote, pouco antes do seu falecimento, senti que ele confiava no nosso trabalho e que estava satisfeito com os resultados obtidos: uma divulgação da sua obra em mais de 60 países, em editoras excelentes, fazendo parte da melhor literatura mundial», observou.






«A última prova disso foi a minha distinção como uma das três melhores agentes do ano 2014 por parte da Associação de Editores Britânicos e da Feira do Livro de Londres», referiu.