“De facto, a tragédia síria não deve ser encarada como um problema alheio nem uma questão extrínseca, que não nos diz respeito. Como europeus, herdeiros de um acervo humanista que coloca a dignidade da pessoa humana no centro do Direito e dos direitos, da ética e do imperativo ético existencial, a questão do destino dos refugiados sírios tem de nos interpelar”, sustentou.