“Estou a dizer que é bastante competitivo, não posso acrescentar mais sobre esta matéria. Direi que existe, felizmente, uma procura significativa por parte de várias entidades e isso é importante, porque nós não queremos só que o Oceanário faça o que já faz hoje, mas que passe a ter um papel mais importante na investigação, no desenvolvimento e na disseminação do conhecimento na área dos oceanos”, sublinhou o ministro.




“Não vou fazer nenhum comentário sobre nenhum porque são vários candidatos”, respondeu Jorge Moreira da Silva.