manutenção da prisão preventiva

“Esta decisão, ao contrário do que os senhores podem supor, não nos surpreende. É uma decisão de óbvia vingança, uma vingança mesquinha do senhor procurador da República e do senhor juiz de instrução contra um arguido que recusou vergar às suas tentativas de o vergarem.”

“Isto é uma perseguição pessoal e política. Isto já saiu do mundo do Direito. Eu como advogado e sabendo um pouco de Direito, que sei, não reconheço o Direito neste tipo de comportamento”, acrescentou João Araújo à saída do Estabelecimento Prisional de Évora.







“Nos termos da lei, as decisões judiciais são comunicadas por notificação. Infelizmente, neste processo estabeleceu-se a prática de as decisões judiciais serem comunicadas através dos jornais”, garantiu.