O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) avisou, com 72 horas de antecedência, que o dia 15 seria o mais perigoso do ano. Apesar do aviso, não foi decretada calamidade pública preventiva, como tinha acontecido em agosto. Nunca, neste ano, tinha existido uma previsão tão negra do IPMA.

De acordo com o semanário Expresso, no dia 15 de outubro... Mais de metade do país estava em risco muito elevado ou máximo de incêndio. 

Com base nas previsões do Instituto do Mar e da Atmosfera, a Autoridade Nacional de Proteção Civil colocou todos os distritos do país em alerta vermelho. Mas as populações não foram avisadas localmente do risco excecional de incêndio.

Nem foram mobilizados todos os meios disponíveis.

O Governo tinha ordenado um reforço de meios, mas, apesar do acréscimo, havia menos 3.300 operacionais do que na Fase Charlie, a mais crítica em termos de incêndios e que terminou a 30 de setembro.