Notícia atualizada

A Marinha registou quatro mortes nas praias marítimas portuguesas entre 1 de maio e 31 de agosto, menos sete casos do que no mesmo período do ano passado, segundo um balanço divulgado esta segunda-feira.

Em praias vigiadas de jurisdição marítima foi registado um caso mortal, de um homem de 86 anos, em S. Martinho (Nazaré), no domingo, devido a morte súbita.

Em zonas não vigiadas de jurisdição marítima, a Marinha registou três casos de vítimas mortais, sendo dois homens e uma mulher.

Em meados de junho, um homem de 28 anos morreu afogado na praia do Rouxinol, na Costa da Caparica (Almada), enquanto no passado dia 16 de agosto em Vila Real de Santo António, na praia do Cabeço, uma mulher de 59 anos morreu também devido a afogamento.

No dia 22 de agosto, na praia da Concha, na Nazaré, foi registada a morte súbita de um homem de 41 anos.

Neste período, não foram registadas mortes em zonas balneares fluviais.

Nas praias vigiadas em concessões, a Marinha contabilizou 431 intervenções de nadadores-salvadores, enquanto em locais não concessionados houve 173 intervenções.

Dos dados divulgados constam ainda 741 assistências de primeiros-socorros e 154 buscas, com sucesso, de crianças perdidas na praia.

O Instituto de Socorros a Náufragos, na qualidade de direção técnica, realizou 421 ações de controlo e inspeção técnica às unidades balneares concessionadas.

A Marinha acrescentou a informação da atribuição, com a Autoridade Marítima Nacional, de 380 placas de sinalização de diversos perigos em várias zonas balneares, em complemento às 1.250 placas atribuídas no ano passado, como noticia a Lusa.