O cirurgião plástico Francisco Campos morreu esta terça-feira, aos 64 anos, no Hospital de Santo António, no Porto, onde se encontrava na unidade de cuidados intensivos, vítima de cancro.

No seu site, Francisco Campos descrevia-se como «médico e especialista em cirurgia plástica, reconstrutiva e estética, membro do Colégio da Especialidade da Ordem dos Médicos desde junho de 1988, com a Cédula Profissional nº. 15498».

Relatava ainda que os estágios de cirurgia plástica que realizou antes do exame da especialidade na Ordem dos Médicos de Portugal «foram feitos, durante oito anos, na Universidade da Witwatersrand, África do Sul, na Universidade de Louisville, Estados Unidos da América, Departamento de Cirurgia Plástica da Universidade de Viena, Áustria e no Hospital da Santa Casa da Misericórdia, Rio de Janeiro, Brasil».

Desde que regressou a Portugal, em 1988, exercia a sua especialidade «de forma exclusivamente privada».

Em 2008, e por convite do Governo angolano na pessoa do seu ministro da Saúde, criou e formou o primeiro Serviço de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva e Estética de Angola, em Luanda.

«É importante para um doente que a sua perceção e compreensão da cirurgia plástica seja o mais realista possível (essa é uma das principais atribuições do cirurgião plástico)», pode ler-se na sua página.