O imigrante moldavo de 58 anos que na noite de sábado lançou o pânico no restaurante Refúgio e abateu um militar da GNR, fazendo seis feridos, em Pinhal Novo, foi militar de elite na ex-URSS, tendo combatido no Afeganistão na década de 80, noticia o jornal «Diário de Notícias».

Não é de estranhar, por isso, o à vontade com que lidou com o arsenal bélico que trazia consigo, cerca das 22:00, quando, após dois uísques e um pudim, mostrou ao dono do restaurante ao que ia. Ia preparado para um banho de sangue: vestia um cinto de granadas do tempo da antiga URSS; trazia uma arma de fogo e dezenas de munições cortadas na ponta, uma técnica militar; e um engenho explosivo artesanal a ser disparado à distância.

Ao proprietário do restaurante, exigiu 50 mil euros para resolver um problema de saúde relacionado com glóbulos brancos, segundo disse à TVI o dono do estabelecimento.

O sequestrador acabou por ser morto numa operação tático-policial às 5:17, após horas de tentativas de diálogo e de rendição, que negou.