Os familiares das vítimas da tragédia do Meco admitem levar o caso a instâncias internacionais, segundo apurou a TVI.

Para já, vão constituir-se como assistentes do processo que segue na justiça portuguesa. Mas, caso não haja um esclarecimento cabal do que se passou na praia do Meco, na madrugada de 15 de dezembro, poderão recorrer aos tribunais internacionais.

Estas decisões foram tomadas na sequência de uma reunião das famílias com o seu advogado, Vítor Parente Ribeiro.

Entretanto, a Polícia Judiciária já começou a ouvir os familiares e amigos das vítimas.

A PJ pretende ainda reconstituir os acontecimentos da noite em que os seis jovens morreram.

Só depois de recolhida toda a informação é que o sobrevivente será ouvido. Segundo o advogado Paulo Sá e Cunha explicou à TVI, João Gouveia dificilmente será responsabilizado.

Esta terça-feira, ouvido pela SIC, o presidente do Conselho de Administração da Universidade Lusófona, Manuel Damásio, disse que a tragédia do Meco é «um acidente» e que as praxes são «brincadeiras».

O responsável queixa-se que «alguém tem interesses» em atingir a Lusófona e garante que não vai proibir as atividades entre alunos.