João Gouveia, o dux da Universidade Lusófona, terá confirmado que, no dia da tragédia, os seis estudantes que morreram, estiveram a rastejar no local, onde foram vistos por testemunhas ouvidas pela TVI.

O estudante terá confessado também que todos os estudantes levaram para a praia, naquela noite, os objetos que cada um escolheu para simbolizar cada curso e que são utilizados em rituais de praxe.

No entanto, João Gouveia recusa que tenha havido qualquer ritual naquela noite.