Catorze cursos superiores públicos registaram a entrada de alunos com a nota mínima permitida - 9,5 valores - enquanto o curso de Medicina da Universidade do Porto teve a média mais alta - 18,1 valores.

De acordo com os dados divulgados pela Direção Geral do Ensino Superior (DGES), relativo ao concurso de acesso ao ensino superior em 1.ª fase, cursos como Gestão de Empresas, na Faculdade de Economia na Universidade do Algarve, Marketing, na Universidade da Beira Interior ou Enologia na Universidade de Trás-os-Montes são alguns dos 14 cursos do ensino superior público que este ano registaram 9,5 valores (numa escala de 0 a 20) como nota mínima de acesso.

Do lado das médias mais altas, os três registos mais altos pertencem a três cursos de Medicina, dois deles da Universidade do Porto.

A média mais elevada pertence ao curso da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (18,1 valores), seguida da média do curso de Medicina do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, também da Universidade do Porto (18,07 valores), e em terceiro lugar ficou o curso da Universidade do Minho (17,92 valores).

As notas de acesso nestes três cursos baixaram ligeiramente, em algumas décimas, em comparação com o ano anterior: os dois cursos de Medicina da Universidade do Porto registaram em 2012 como média mais baixa de acesso 18,35 valores e o curso da Universidade do Minho teve no mesmo ano como nota mínima 18,25 valores.

As médias dos exames nacionais do ensino secundário a Matemática e Biologia - provas fundamentais de acesso ao ensino superior para quem quer seguir o curso de Medicina - foram negativas, e os resultados médios a Matemática baixaram em relação a 2012, o que explica a descida das médias de acesso a Medicina.

Nenhuma vaga ficou por preencher nos sete cursos de Medicina existentes nas universidades portuguesas, entre os cerca de 1.300 lugares disponíveis.

Os números de acesso à primeira fase do concurso estão disponíveis na página de Internet da DGES, em http://www.dges.mctes.pt.