O Instituto Nacional de Emergência Médica nega, num esclarecimento enviado à TVI24, que tenha proibido funcionários de prestarem serviço como bombeiros voluntários. O INEM esclarece que autorizou mais de 100 pedidos, mas adianta também que foram recusados três pedidos para as funções de Comandante e 2º Comandante.

“Até ao dia de ontem, sexta-feira, 14 de agosto, tinham dado entrada para decisão de Conselho Diretivo, 112 pedidos para funções de acumulação como Bombeiro Voluntário. Todos, sem exceção, foram autorizados”, adianta o INEM em nota enviada à TVI24.


A acumulação de funções sempre foi autorizada mas, esta sexta-feira, em declarações à TSF,  o Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência acusava o INEM de estar a impedir as autorizações. .

Em julho, o Governo autorizou a dispensa de serviço público dos trabalhadores da administração do Estado, que também detenham a qualidade de bombeiro voluntário, para quando forem chamados para combater um incêndio florestal.

A mesma nota do INEM dá conta de que “estão dois pedidos pendentes para parecer do Departamento de Recursos Humanos, ainda não enviados a Conselho Diretivo, para decisão final”.

O INEM esclarece ainda que foram recusados três pedidos para as funções de Comandante e 2º Comandante.

"Deram entrada três pedidos para funções de Comandante e 2º Comandante recusados, visto terem chegado ao Conselho Diretivo com um parecer jurídico negativo, dado pelo Departamento de Recursos Humanos, por incompatibilidade de funções".