O Exército anunciou esta segunda-feira que, tendo em conta a melhoria da situação no terreno, desmobilizou alguns dos meios que estavam a dar apoio no combate aos incêndios, mantendo oito patrulhas de vigilâncias em Proença-a-Nova e Mangualde.

Em comunicado, o Exército refere que, desde o dia 17 de junho, "apoiou no terreno, de forma ininterrupta, 48 concelhos de 10 distritos, empenhando 3.252 militares (172 oficiais, 528 sargentos e 2.552 praças) e cinco civis".

Considerando a melhoria da situação no terreno, o Exército desmobilizou, em coordenação com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, alguns dos seus meios, permanecendo hoje no terreno oito Patrulhas de Vigilância nos concelhos de Proença-a-Nova (três patrulhas) e Mangualde (cinco patrulhas) ", é referido na nota.

No terreno, ao longo do último mês e meio, estiveram a operar 35 máquinas de rasto e 683 viaturas.

Além dos 35 representantes das Forças Armadas, estiveram no terreno 17 grupos de comando, 121 pelotões de rescaldo e vigilância pós-incêndio, 35 destacamentos de engenharia, 139 patrulhas de dissuasão/vigilância, 15 equipas de vigilância e deteção de vítimas, uma equipa de psicólogos, quatro equipas sanitárias e 13 de recuperação de viaturas.

De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil, às 17:20 não havia nenhuma "ocorrência importante" em curso, estando quatro incêndios rurais ativos.

O fogo em Quiaios, concelho da Figueira da Foz, distrito de Coimbra é o que mobiliza mais meios, com 253 operacionais, apoiados por 64 veículos e dez meios aéreos.