Está atrasada a contratação de meios aéreos para o combate dos incêndios no verão de 2018. Este atraso pode levar a que as soluções encontradas sejam mais caras e através de ajustes diretos.

Tal como avança o Diário de Notícias, os concursos internacionais deviam ter sido lançados em outubro, mas o processo está suspenso, por causa da reforma da Proteção Civil.

O ministério da Administração Interna garante que os meios aéreos para o próximo ano serão decididos a partir do dia 15.

Em causa está a contratação de cerca de 40 aeronaves para o combate aos incêndios, durante a fase crítica do verão, 30 das quais devem estar disponíveis logo a partir de maio, quando começar a Fase Bravo. O Estado dispõe apenas de seis aparelhos.

Exército vai ter drones

Segundo o Jornal de Notícias, as Forças Armadas vão ter drones para detetar incêndios florestais. Esta é mais uma das medidas que serve para apetrechar os militares dos meios necessários para o apoio no combate aos incêndios.

São 36 aeronaves, que começam a chegar ao Exército já em março do próximo ano, e que vão estar equipadas com sensores de calor e preparadas para recolha de imagens. 

Serão um complemento ao serviço prestado pelos aviões da Força Aérea.

Trata-se de um investimento de quase seis milhões de euros.