Ficaram em prisão preventiva dois suspeitos de atear fogos na Madeira e Vila Verde. No primeiro caso, e segundo o Jornal da Madeira, o jovem de 24 anos ficou indiciado pela prática do crime de incêndio florestal, na freguesia de São Roque, no Funchal, ficou em prisão preventiva, depois de ter sido ouvido, esta tarde, no Tribunal Judicial da Comarca da Madeira.

O interrogatório, que durou cerca de hora e meia, culminou na aplicação da «medida de coação de prisão preventiva, com fundamento no perigo de continuação da atividade criminosa e alarme social».  

Outra medida de coação conhecida esta quarta-feira foi a do homem de 45 anos detido pela Polícia Judiciária suspeito do crime de incêndio florestal em Vila Verde. A decisão foi tomada por um juiz de instrução criminal do tribunal daquele concelho.

Segundo a PJ, os factos registaram-se no domingo, tendo o suspeito, "num quadro de alcoolismo", pegado num isqueiro e ateado fogo numa "zona resguardada de mato".

"Deu origem a um incêndio que consumiu mato e floresta, pondo ainda em risco as habitações próximas do local"

O detido, desempregado, já fora condenado, em 2000, a pena de prisão efetiva por um crime da mesma natureza.

Já foram detidas várias pessoas suspeitas de atear fogos florestais, que estão a fustigar o país.