A Procuradoria-Geral Distrital do Porto anunciou que o Tribunal de Castro Daire condenou na terça-feira, a quatro anos e meio de prisão efetiva, um arguido pela prática do crime de incêndio florestal.

Segundo a fonte, os factos remontam a 03 de setembro do ano passado, quando ateou um fogo em Alva, no concelho de Castro Daire, «numa área densamente florestada, composta maioritariamente por pinheiros».

«Ateou fogo à vegetação, dando origem a um incêndio que consumiu cerca de 1.500 metros quadrados de área florestal, só não tendo consequências mais gravosas, nomeadamente no que respeita a residências e instalações de apoio à agricultura e de produção animal, por força da pronta intervenção dos bombeiros», refere.

Na atribuição da pena, o tribunal teve em consideração «o facto de o arguido ter praticado os factos no decurso do cumprimento de uma pena de prisão por dias livres», acrescenta.

A fonte explica que o arguido já tinha sido condenado no passado dia 04, «também pela prática do crime de incêndio florestal, porém por factos reportados a março de 2012», na pena de sete anos e meio de prisão, num registo da Lusa.