A GNR efetuou 45 detenções desde o início do ano em ações de patrulhamento e vigilância das zonas florestais, registando mais 26 detidos do que em igual período de 2014.

Os dados, recolhidos entre 1 de janeiro e 19 de julho, indicam ainda que 607 pessoas foram identificadas (mais 300 do que em 2014) e o número de ocorrências de incêndio foi de 11.868 (mais 6.953 do que no ano anterior).

O dispositivo da GNR instaurou 749 autos de contraordenação (menos 106 do que em 2014) por infração ao diploma de 2006 relativo ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios.

As ações de primeira intervenção nos incêndios florestais encontram-se a cargo dos 574 militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS).

Quanto às ações de vigilância e do patrulhamento das áreas florestais e investigação das causas dos incêndios, estas estão a ser desempenhadas por 948 militares e civis do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), segundo apurou a Lusa.

A Proteção Civil emitiu esta quarta-feira um aviso para o perigo de incêndio nos próximos dias.