As empresas de desinfestação já lhe chamam a "praga do ano", mas a DGS garante que não há, para já, razão para alarme.

Vários hotéis e alojamentos locais de Lisboa estão a enfrentar pragas de percevejos numa escala sem precedentes em anos recentes. Prédios que nunca tiveram problemas de pragas destes insetos estão infestados e muitos condóminos estão a atribuir culpas aos alojamentos locais, que têm atraído turistas para prédios particulares.

Segundo o Jornal I, que contactou várias empresas de desinfestação, as zonas mais afetadas da capital são as do Martim Moniz, Mouraria, Almirante Reis ou Bairro Alto. Pedidos de desinfestação destes insetos eram raros e agora são abundantes, principalmente nestas zonas.

O problema já vem do ano passado, mas terá sofrido um agravamento, também, devido ao calor e tempo seco.

O diário contactou a subdiretora da Direção-Geral de Saúde, Graça Freitas, que garantiu que “apesar de serem um incómodo e um nojo”, os percevejos não representam um perigo para a saúde pública, “pelo menos, não para já”.

Se os casos aumentarem, os delegados de saúde poderão fazer uma avaliação do risco.