Jaime Mendes,

«Resolvemos visitar o hospital Garcia de Orta para ver se depois da crise que houve, com as gripes, em que o ministro declarou que em cinco dias resolvia a situação, se tal tinha acontecido, mas nada foi resolvido.»



«Esta situação não é culpa dos profissionais nem da administração do hospital, a responsabilidade é do ministério e da ARS-LVT, porque são eles que decidem. Apenas aumentaram mais 16 camas, o que é muito pouco, o resto está tudo na mesma.»


«A radiologia continua a não funcionar depois das 20 horas, o que é grave para os doentes. Existe também falta de anestesistas, pois nas urgências estão assegurados, mas existe falta a nível geral que leva a adiar cirurgias.»


«O serviço de urgência continua a dar uma imagem terceiro-mundista de macas que ali vão ficar 24 horas à espera, alguns de alta para casa outros para internamento nos serviços. Estavam mais de 50 macas à espera de destino no primeiro piso da urgência, quando deviam estar cerca de 28, mas é preciso dar rapidamente um destino a esses doentes.»


«Agora vamos escrever ao ministro sobre a situação que encontrámos aqui.»