A mãe da menina de 12 anos, alegadamente violada pelo padrasto e que está grávida de cinco meses, foi constituída arguida com termo de identidade e residência por alegada conivência com os abusos sexuais praticados pelo companheiro à filha durante cerca de dois anos. 

A mãe terá de explicar em tribunal por que razão não denunciou o crime.

Esta quarta-feira, os médicos do hospital de Santa Maria que estão a acompanhar a menina dão o parecer final sobre a continuação ou a interrupção voluntária da gravidez sendo que aqui assume particular importância a posição da pedopsiquiatria.

A menina já tinha sido retirada à família com três anos e chegou a estar um ano e meio numa instituição mas voltou para casa.

Denunciado por suspeita de abuso sexual de menores, o padrasto, que já tinha antecedentes, foi detido no fim-de-semana e está em prisão preventiva.