“Há homicídios e homicídios” e este “é especialmente gravoso por se tratar de uma advogada” e por o arguido, Francisco Borda D’Água, o ter “praticado com as próprias mãos”, disse a juíza-presidente do coletivo, Rita Coucelo, como reporta a Lusa.




















Paulo Camoesas, advogado do arguido, disse aos jornalistas que vai recorrer do acórdão, o qual “não faz sentido” e “parte de pressupostos errados, porque é errada a qualificação jurídica” do crime.


“Correspondeu à apreciação da prova que foi produzida em julgamento e a qualificativa do crime de homicídio foi exatamente porque Natália de Sousa foi assassinada por ser advogada e morreu por causa dessas funções e no exercício dessas funções”, afirmou.