"Não se baseia em nenhum facto verificável, mas em dados falsos e em meras presunções e especulações, em testemunhos de ouvir dizer ou em testemunhos clamorosamente falsos, como foi o testemunho da principal inimiga que Rosalina Ribeiro teve ao longo da sua vida, e sobretudo num envenenamento sistemático e manipulador dos media pela investigação, procurando dessa forma criar um facti consumado que conduzisse a uma condenação antecipada junto da opinião pública e com isso condicionar uma decisão judicial final", adianta o requerimento.


"A defesa técnica e o próprio Domingos Duarte Lima não querem que sobre esta matéria subsista qualquer dúvida, e não se contenta com uma hipotética decisão de impronúncia, sempre sujeita a recurso, que pode ser interpretada como uma mera decisão de natureza processual", alegou ainda o advogado, quando pediu ao juiz que, com "a maior brevidade possível", designasse data para a realização do julgamento de Duarte Lima perante um júri.


Duarte Lima não precisa de comparecer no Brasil para julgamento


“Pode haver julgamento sem a presença dele”, afirmou à agência Lusa João Ribeiro Filho, esclarecendo que “quando [um arguido] está representado pelo advogado não precisa de comparecer” em tribunal.


“Não é [um julgamento] à revelia. Temos (no Brasil) julgamentos sem a presença do acusado. Ele pode responder ao processo todo e no dia do julgamento não precisa de comparecer”, adiantou.


“Fico muito satisfeito, porque foi o que nós pedimos. O juiz acolheu o nosso pedido para levar a júri e para terminar esse processo”, sublinhou, manifestando-se convicto de que Duarte Lima será absolvido do crime de homicídio.