As escolas podem agora constituir grupos de alunos temporários com caraterísticas semelhantes, na mesma turma ou em turmas diferentes, chamados de «grupos de homogeneidade relativa». A medida consta num despacho publicado, esta segunda-feira, em «Diário da República».

No 1.º Ciclo, compete ao professor titular identificar alunos que revelem «elevada capacidade de aprendizagem», enquanto no 2.º e 3.º ciclos esse trabalho será atribuído ao conselho de turma.

Mas, na prática, que consequências poderá trazer este despacho?

A tvi24 falou com Paulo Guinote, doutorado em História da Educação e autor de vários livros sobre educação para entender quais as vantagens e as desvantagens da formação destes grupos.

Fique a saber tudo sobre a nova medida através da infografia.