Os sete detidos pela GNR por suspeitas de pertencerem a um grupo organizado que assaltava postos de abastecimento de combustível em todo o país ficaram em prisão preventiva, depois de hoje terem sido presentes a tribunal.

De acordo com a página da internet da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, os sete detidos estão «fortemente indiciados pela prática dos crimes de associação criminosa, furtos qualificados, danos qualificados e falsificação de documentos».

Os homens são suspeitos de pertencerem a um grupo hierarquicamente organizado e com distribuição de tarefas entre si, com a finalidade de praticarem sistematicamente assaltos a lojas de postos de combustível.

Para a consumação dos crimes, roubavam viaturas, planeavam as ações criminosas, transportavam marretas, machados e pés de cabra para abrir buracos, quebrar barreiras à entrada nos estabelecimentos comerciais e inutilizar sistemas de comunicação interna.

Segundo a PGDL, a identificação dos suspeitos e recolha de provas só foi possível graças à concentração da investigação de dezenas de casos, com a agregação de dezoito inquéritos.

A investigação a mais crimes continua.