A Marinha iniciou esta segunda-feira um exercício naval para assegurar a prontidão, a eficiência e eficácia da força naval portuguesa na resposta a cenários de crise, informou este ramo militar em comunicado.

O objetivo do exercício é “garantir ações prontas de resposta militar para a defesa do território nacional e proteção dos interesses nacionais onde tal for necessário”, refere a Marinha.

O exercício, denominado INSTREX-16-1 e que ocorre anualmente, vai decorrer até sexta-feira no porto e no mar.

Na edição deste ano, participam as fragatas Bartolomeu Dias, D. Francisco Almeida e Álvares Cabral, as corvetas Jacinto Cândido e João Roby, o submarino Tridente e o navio reabastecedor de esquadra Bérrio.

Segundo o comunicado, no exercício participam também o navio hidrográfico D. Carlos I, as lanchas de fiscalização Dragão e Orion, bem como as forças de fuzileiros, mergulhadores e elementos das operações especiais, num total de 980 militares da Marinha.

O exercício conta também com a participação da Força Aérea Abecassis.