“Comparando os valores do ano de 2015 com o histórico dos últimos 10 anos (2005-2014), destaca-se que se registaram mais 16% de ocorrências relativamente à média verificada no decénio 2005-2014 e que ardeu mais 37% do que o valor médio de área ardida nesse período”, indica o documento, sublinhando que 2012, 2005 e 2009 são os anos que registaram valores de área ardida superiores aos de 2015.