A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 177 pessoas em flagrante delito durante o fim de semana, a maioria das quais (128) por condução sob o efeio do álcool, informou a GNR.

As restantes detenções verificaram-se por condução sem habilitação legal (15), infrações rodoviárias (12), furto (3), associação criminosa (3), posse de arma proibida (2), tráfico de estupefacientes (2), fogo posto (2) e outros crimes (10).

Entre as apreensões mais significativas constam 400 doses de haxixe, 1,38 gramas de anfetaminas, cinco armas de fogo, quatro armas brancas, um telemóvel com taser dissimulado, uma soqueira, 189 munições de armas diversas, uma nota de 10 euros contrafeita, um motociclo e 193,20 euros em numerário.

No total, foram elaborados 176 autos de notícia em flagrante delito e 1.030 autos de contraordenação a legislação diversa.

A operação da GNR visou a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, tendo decorrido nos Comandos Territoriais/Distritos de Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal e Viseu.

A GNR fiscalizou ainda entre quinta-feira e domingo 8.270 motociclos, tendo efetuado 37 detenções, 20 das quais por taxa de álcool no sangue (TAS) superior a 1,20 gramas/litro, informou hoje aquel força de segurança.

As restantes detenções efetuadas durante a «Operação Moto» ocorreram por falta de habilitação legal (13) ou por outros motivos (4).

Segundo a GNR, foram ainda detetadas 656 contraordenações, 102 relacionadas com o excesso de velocidade, 82 por falta de iluminação/sinalização, 23 por falta de seguro e 21 por condução com TAS igual/superior a 0,50 gramas/litro.

A operação mobilizou 2.876 militares dos comandos territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito.

A ação desencadeada pela GNR nos locais de maior intensidade de tráfego insere-se na a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária e no «Road Safety Programme 2011-2020», que visa reduzir para metade o número de vítimas mortais nas estradas na Europa nos próximos dez anos, noticia a Lusa.