"Assumo inteira responsabilidade pelo que a Finatlantic fez. As pessoas que connosco colaboraram eram 'superdecentes' e não lhes passava pela cabeça participarem em atos ilícitos e, se algo ilícito houve, isso era para nós desconhecido", declarou Diogo Viana ao coletivo de juízes, presidido por Pedro Lucas.




"Existirem faturas falsas é coisa que nego totalmente", disse o arguido, que, apesar de ter tirado o curso de Antropologia Social e Linguística, acabou por se especializar em marinas e portos e, mais tarde, na criação de offshores, tendo o seu percurso profissional revelado ter tido a ajuda dos amigos Asdrubal Calisto (pai) e Roberto Roquette.