"Se não houver uma comunicação direta, aberta, honesta entre pais e filhos, se os pais tiverem a perceção de que podem transmitir essa ideia e não conversarem com os filhos sobre isso, se não desmistificarem a questão da preferência, é provável que haja alguns comportamentos e atitudes de ambas as partes que vão refletir-se na relação familiar".











"Não podemos concluir se existe ou não um filho preferido, porque não foi feito um estudo científico sobre isso, o que podemos concluir efetivamente é que tanto pais como filhos têm perceções diferentes e tipos de personalidades diferentes que levam a que tenham alguma tendência para se identificar mais com um filho do que com outro".






"No fundo, é como se se sentisse a mais na família e acaba por procurar apoio fora da família".