A revista das autoridades ao interior do edifício na Estrada de Chelas, em Lisboa, onde ocorreu terça-feira uma explosão, não encontrou mais vítimas, embora continue a remoção dos destroços, disse à agência Lusa fonte da PSP.

De acordo com o oficial de serviço do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, «passada uma revista de busca ao interior dos destroços, não foi encontrada» nenhuma outra vítima, embora continue a «remoção dos destroços».

O trânsito já está a circular desde o final da noite de terça-feira na Estrada de Chelas, segundo a mesma fonte, depois de ter estado cortado, nos dois sentidos, desde o meio da tarde, quando ocorreu a explosão no último andar de um edifício, que provocou ferimentos graves numa mulher de 90 anos, danos noutros imóveis e em viaturas estacionadas na zona.

De acordo com os dados avançados terça-feira por uma outra fonte policial, uma senhora de 90 anos teve de ser hospitalizada, na sequência de queimaduras provocadas pela explosão, encontrando-se em estado de «alguma gravidade».

Segundo já havia adiantado à Lusa fonte da Proteção Civil municipal, no total, 17 adultos e quatro menores ficaram desalojados na sequência da explosão, seguida de um incêndio já extinto.

As causas da explosão estão ainda por apurar, no entanto, as autoridades admitem ter-se tratado de uma fuga de gás.

O edifício onde aconteceu a explosão, seguida de incêndio, é um lar desativado e que os destroços atingiram edifícios próximos, possuía quatro andares, incluindo rés-do-chão, e tinha ainda águas-furtadas, que ficaram destruídas.