As pessoas idosas que sofrem carência de vitamina D conhecem um declínio cognitivo nitidamente mais rápido do que as que têm taxas normais, segundo um estudo publicado esta segunda-feira

“Em média, as pessoas com fortes deficiências em vitamina D sofrem um declínio das suas capacidades mentais até três vezes mais depressa do que as que têm níveis adequados desta vitamina”


A explicação é dada por Joshua Miller, professor de ciências da alimentação na Université Rutgers, no Estado de New Jersey, cujo estudo foi publicado na Revista da Associação Médica Americana, secção de Neurologia, e que é citado pela Lusa. 

A vitamina D, conhecida sobretudo por ser essencial para a saúde dos ossos, é obtida principalmente pela exposição ao sol, com a ação dos raios ultravioletas sobre um derivado do colesterol na pele.

Também está presente no leite e em certos peixes.