"O estado é grave, sendo imprevisível o seu desenvolvimento durante algumas horas. É evidente que correm perigo de vida", disse o presidente da ULS de Castelo Branco, Vieira Pires.




"Foi feita colheita de sangue para sabermos que tipo de substância se tratava, mas será uma substancia que, juntamente com alguns medicamentos que estariam a tomar, lhes trouxe uma série de sintomas estranhos e desagradáveis que alertou os guardas prisionais e a enfermeira, pelo que se dirigiram ao serviço de urgência", adiantou.


"Todos correm perigo de vida. Dos oito [reclusos] há cinco mais instáveis, mas todos eles estão em estado crítico", disse.








a ocorrência será objeto de averiguação por parte da Direção-geral e será comunicada ao Ministério Público para apuramento do tipo e modo de entrada no Estabelecimento da substância ilícita que afetou o estado de saúde dos reclusos que a consumiram".