Ao prolongar-se a situação no tempo, o que irá “suceder é que ela dissemina-se por todo o país e depois os prejuízos poderão quadruplicar”, vincou o dirigente realçando que até agora “tem sido o setor apícola a tentar reduzir a grande propagação desta espécie”.


Os apicultores queixam-se dos prejuízos, mas ainda não é possível quantificar “sem o trabalho de avaliação do impacto económico do setor (que) será a primeira fase, quando for considerada como espécie invasora”.






“Já apareceram alguns ninhos em locais como contadores de água. Uma espécie que não tem predadores, que se multiplica com grande facilidade e que ninguém mais faz nada por ela é um invasor de grande propensão que, além dos prejuízos que traz a um setor económico que está em grande expansão (apicultura), é também um problema de saúde pública, nomeadamente de ataques às pessoas”, afirmou.