Para o procurador do MP, a "análise factual e documental" incluída na acusação sustentam a condenação do arguido apesar de este ter confessado "que a droga era sua, para consumo próprio" porque "fumava entre oito a dez charros por dia".






"As testemunhas da companheira e da senhoria demonstraram que tinha uma vida tranquila, sem muito dinheiro", sustentou.






Na altura da detenção, em dezembro de 2013, a PJ revelou em comunicado que o homem "estava escondido numa residência de férias no Alto Minho, sendo procurado pelas autoridades do seu país por diversos crimes violentos".