“Todos os anos temos de concorrer para tentar ficar numa escola e o que tem acontecido é que estamos sempre a mudar de estabelecimento e a deixar para trás os alunos que estávamos a acompanhar”, contou à Lusa Eduardo de Castro, cujo contrato que assinou na semana passada termina no final de agosto.




“São alunos que criam uma relação de confiança que é quebrada ano após ano”, alerta o profissional, sublinhando que esta situação “é péssima para toda a gente”.