Uma professora primária a dar aulas em Mértola é suspeita de ter gravado vídeos eróticos em plena sala de aula, aproveitando a ausência dos alunos, durante os intervalos e as interrupções letivas. De acordo com o «Diário de Notícias», a direção do Agrupamento de Escolas a que pertence a docente já instaurou um processo de inquérito e o caso já chegou à Inspeção-Geral da Educação e Ciência.

O caso foi contado pela primeira vez na quarta-feira pelo jornal «i». O escândalo terá começado no Verão, de acordo com a mãe de um aluno, mas rebentou mesmo na segunda-feira. Ao «i», a professora garante estar a ser alvo de uma cabala, motivada por «invejas» e que não é ela nas filmagens, mas uma sósia.

A advogada que representa a professora diz mesmo já ter sido apresentada uma queixa e o caso estará a ser investigado pela Polícia Judiciária.

O «i» adianta, esta quinta-feira, que também participaria nos vídeos um técnico de informática de outro agrupamento escolar. Os dois participariam em programas de sexo através da internet, durante os intervalos e após o horário letivo e recebiam dinheiro para filmar práticas sexuais. O preço seria variável e dependente dos pedidos que estavam dispostos a atender.