Começou à meia-noite e a adesão à greve dos trabalhadores do setor da saúde, que não inclui os médicos, estará a fazer-se sentir, segundo os números da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.

No primeiro e segundo turnos de trabalho, a federação sindical considera que os objetivos estão a ser alcançados, no protesto marcado pela reposição das 35 horas semanais, por um acordo coletivo de trabalho abrangente e pelo pagamento de horas extraordinárias.

Correspondeu aos anseios dos trabalhadores", foi a expressão de Ana Avoila, coordenadora da Federação.

De acordo com a sindicalista, há mesmo hospitais em que a adesão à greve é de 100%, mantendo apenas os serviços mínimos.

Os funcionários do setor da saúde iniciaram hoje uma greve de 48 horas para exigir a reposição das 35 horas semanais a todos os trabalhadores e celebração de um acordo coletivo de trabalho, bem como pelo pagamento de horas extraordinárias.

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses tem vindo também a reclamar a colocação de profissionais no Serviço Nacional de Saúde, contestando a vasta emigração de jovens licenciados.