
Um estudo de um investigador português concluiu que as mulheres que sofrem enfartes agudos do miocárdio têm um tratamento hospitalar discriminado em relação aos homens que sofrem o mesmo problema.
A investigação da Universidade do Porto analisou 89 mil casos em hospitais públicos e mostrou que os médicos dão mais importância aos casos masculinos.
Segundo as conclusões, isso acontece por falsas perceções sociais e estatísticas e também pelo facto de a maioria dos cardiologistas serem homens.