"O que importa não é aprender para fazer de conta, é aprender o que é útil e necessário e as ferramentas que levamos para a vida. E todos nós que fizemos exames sabemos o que conservámos de útil e aquilo que de inútil adquirimos e que tivemos de empinar para passar no exame e que não teve utilidade nenhuma ao longo da vida", afirmou.








"O que o ministro disse não foi que estudar é nocivo, aquilo que disse é que nocivo (…) incutir nas crianças esta ideia peregrina de que o que importa é saber no dia do exame para depois esquecer o que se aprendeu", disse.





"Palavra dada é palavra honrada, qual é o valor da palavra dada pelo primeiro-ministro ao parlamento?", questionou Nuno Magalhães, usando uma expressão do próprio António Costa.