“A razão é muito simples: em 2015-2016, 2016-2017 e 2017-2018, a privatização passa pela celebração de contratos de associação […] a partir daí, como o Governo já aprovou no designado guião da reforma do Estado, as estratégias a seguir serão outras, pelo que estes contratos perderão parte do financiamento que será utilizado nessas novas estratégias. Serão elas, a concretizarem-se as intenções do Governo, a aplicação do cheque-ensino e a criação das designadas escolas independentes”, defendeu a Fenprof.