“Para a formação que está aqui em causa a EDP vai precisar nos próximos cinco anos de duas mil pessoas. Há uma renovação geracional e há novas necessidades e para isso é preciso que o mercado tenha capacidade de dar resposta”, disse o presidente do conselho de administração da EDP, António Mexia, aos jornalistas, no final da cerimónia de assinatura do protocolo.













Pelo lado do Ministério da Educação e Ciência, o ministro Nuno Crato sublinhou “o sucesso” do curso que permitiu o seu alargamento e destacou que os jovens que terminarem esta formação “têm muitas vezes emprego garantido”.