"Face à inexistência de meios financeiros para pagar salários, e para o normal funcionamento da Escola Profissional, já avisámos os pais e encarregados de educação da possibilidade de encerramento", disse à agência Lusa Manuel Pisco, presidente da Fundação Escola Profissional e vereador da Câmara Municipal de Setúbal.










"O aparecimento de uma suposta dívida ao Estado veio bloquear o processo e vai obrigar ao encerramento da Escola Profissional de Setúbal por falta de meios financeiros", acrescentou o autarca setubalense, que considera não ter havido nenhum pagamento indevido "porque a Escola Profissional de Setúbal realizou todos os cursos contratualizados".


"Havendo valores relativos a anos anteriores que são objeto desta redução, a DGEstE estabeleceu com a Escola Profissional de Setúbal um calendário de devolução faseada de valores pagos em excesso, que foi estabelecido entre junho de 2015 e novembro de 2016, a fim de reduzir o impacto, não afetar as atividades previstas e evitar o estrangulamento financeiro da Escola", esclarece o MEC.


o MEC garante "total abertura para continuar a dialogar com a escola, com o objetivo de encontrar a solução mais favorável, no total respeito pelo cumprimento da lei"