A Associação Nacional de Professores defendeu esta sexta-feira que o eventual regresso das provas de aferição no 4.º ano de escolaridade deve ser feito através de amostragem representativa e aleatória.

O tema regressou ao debate este mês, depois de ter sido aprovado no parlamento o fim das provas finais do 1.º Ciclo, realizadas pelos alunos no final do 4.º ano e cujo peso na nota final era de 30 por cento, à semelhança dos exames nos restantes níveis de ensino.

Anteriormente, as escolas realizam provas de aferição antes do fim do ano para avaliar o estado das aprendizagens em cada aluno, sem que estes testes contassem para nota.

A Associação Nacional de Professores afirmou hoje, em comunicado, que está atenta ao debate, defendendo que estas provas, a realizarem-se novamente, devem ser feitas anualmente “por amostragem representativa e aleatória, a definir”.

O Ministério da Educação anunciou apenas que pretende construir um novo modelo de avaliação, com a participação da comunidade educativa.